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Regras novas deixam o judô mais agressivo, intenso e sem preconceitos

O judô agora é mais agressivo, simples e atraente. Pelo menos, essa é a proposta das novas regras que serão apresentadas pela primeira vez em um grande evento do calendário com o Grand Slam de Paris, que acontece neste fim de semana. Até os Jogos Olímpicos do Rio era possível vencer uma luta no tempo normal apenas com as infrações do adversário. Agora, o brasileiro Jeferson Vieira, árbitro da Federação Internacional de Judô (FIJ), informa que o atleta precisa pontuar — aplicar golpes — para vencer:

"Na regra antiga, havia caminhos para o atleta vencer a luta sem aplicar um golpe no adversário. Agora, se a luta terminar empatada, os shidos (as infrações) não servem mais como critério de desempate. Assim, a luta vai para o golden score. Só se ninguém pontuar no golden score que o shido poderá decidir uma luta. Ou seja, para vencer a luta no tempo regulamentar vai ter que derrubar", diz Jeferson, que em janeiro liderou a equipe de árbitros brasileiros no seminário da FIJ sobre as novas regras em Baku, no Azerbaidjão.

Além da perda de importância do shido, a FIJ deixou as regras de pontuação mais simples ao tirar o yuko, que é a pontuação mínima. O objetivo é deixar a luta mais fácil de ser entendida por quem não acompanha o esporte.

Nem todas as mudanças, no entanto, surgiram com o intuito de mudar a dinâmica ou ritmo da luta. Existe uma recomendação do Comitê Olímpico Internacional pela igualdade de gêneros. Até então, as lutas masculinas tinham cinco minutos de duração, um minuto a mais que as femininas. Agora, as duas têm duração de quatro minutos. Para os homens, essa é uma diferença enorme. A tendência é que os judocas lutem com ainda mais intensidade.

As novas mudanças são para todo este ciclo. O judô é um dos esportes mais aguardados para Tóquio-2020, que promete ser a edição olímpica mais técnica da história da modalidade. Afinal, no país que nasceu a modalidade, seria sem graça ver vencedores que não derrubam.

O GLOBO

 

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